E, para provar que esses gestos de afeto e liberdade não têm necessariamente relação com orientação sexual, os leitores da assuntasó! se mostraram diversos: 71% se consideram heterossexuais; 7%, héteros flex; e 21%, LGBTQIAPN+.
Entre todos eles, 45% afirmaram sempre fazer “brincadeiras gostosas”; 18% disseram que “apenas às vezes”; 27% relataram que “raramente”; e apenas 10% afirmaram que “nunca” interagiram dessa forma.
Ao serem perguntados se já ficaram confusos após uma “brincadeira” com um amigo, 44% declararam que isso já aconteceu “algumas vezes”; 22% disseram que sim, mas que a sensação passou rapidamente; e 34% afirmaram que nunca se sentiram encabulados.
Nossa enquete provavelmente reflete o comportamento social do presente. Em outras palavras, aderimos às “brincadeiras gostosas” como uma forma livre de expressão de afeto e prazer, sem moralismos ou preconceitos. E, para tentar dar conta da complexidade das relações humanas, trazemos, na crônica desta semana, esse panorama traçado pelas novas gerações.
Ótima leitura — e até a próxima!
Um abraço,
Will Assunção
